segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Braiiiiiins
Deve ser mesmo Dia das Bruxas, porque o pouco pessoal que anda aqui nos escritórios tá com ar de Zombie.
Treat!
Hoje celebra-se o único dia que a Manuela Ferreira Leite sai à rua sem se sentir ostracizada. E ainda lhe dão doces.
Darwin
A relação directa entre o uso de calças apertadas e a infertilidade não é um acidente.
É a Natureza a tentar acabar com os góticos.
É a Natureza a tentar acabar com os góticos.
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
A razão pela qual os homens não deviam dominar o mundo
Warrior diz:
sabes porque é que a tosta não foi à discoteca?

K diz:
Oh foda-se
Warrior diz:
Então?
K diz:
vem aí merda, mas diz lá
Warrior diz:
porque foi barrada!!
LOL
K diz:
lol
não esperava melhor
continuas seco
mas olha
Warrior diz:
sim?
K diz:
sabes porque é que a tosta queria ir à discoteca?
Warior diz:
hum, ...não
K diz:
Era só para andar na marmelada!
TUNGA! Embrulha e vai buscar!!
Warrior diz:
LOL. Muito bom!
5 minutes later
Warrior diz:
olha, e sabes quem também queria ir para a marmelada?
o João Boião!!!
ahahahahahaa
K diz:
Foda-se
ca ganda merda de piada
Warrior diz:
yes, ainda sou o maior!!!
K diz:
Sim. não tenho a certeza se é motivo de orgulho. Mas sim.
sabes porque é que a tosta não foi à discoteca?

K diz:
Oh foda-se
Warrior diz:
Então?
K diz:
vem aí merda, mas diz lá
Warrior diz:
porque foi barrada!!
LOL
K diz:
lol
não esperava melhor
continuas seco
mas olha
Warrior diz:
sim?
K diz:
sabes porque é que a tosta queria ir à discoteca?
Warior diz:
hum, ...não
K diz:
Era só para andar na marmelada!
TUNGA! Embrulha e vai buscar!!
Warrior diz:
LOL. Muito bom!
5 minutes later
Warrior diz:
olha, e sabes quem também queria ir para a marmelada?
o João Boião!!!
ahahahahahaa
K diz:
Foda-se
ca ganda merda de piada
Warrior diz:
yes, ainda sou o maior!!!
K diz:
Sim. não tenho a certeza se é motivo de orgulho. Mas sim.
Só sei que nada fiz
José Sócrates tenta descartar-se de qualquer culpa.
Faz finalmente sentido estar a frequentar aulas de Filosofia em Paris. Foi estudar Descartes.
Faz finalmente sentido estar a frequentar aulas de Filosofia em Paris. Foi estudar Descartes.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Sigue Sigue Sputnik
Sabemos que o mundo vai muito mal quando, em 2 meses, 2 satélites encarregues de observar o Planeta se suicidam.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Nutriben
Miguel Macedo rescindiu do subsídio de alojamento.
Falta agora rescindir do subsídio de aleitamento, mas está difícil de largar a mama.
Falta agora rescindir do subsídio de aleitamento, mas está difícil de largar a mama.
domingo, 23 de outubro de 2011
Camping Gas
Kadaffi era, apesar dos seus 69 anos, um tipo muito activo sexualmente.
Era sobejamente conhecido por andar sempre com a tenda armada.
Era sobejamente conhecido por andar sempre com a tenda armada.
Good news
A melhor notícia da última semana foi o anúncio do regresso dos Stone Roses.
Fizeram apenas dois discos de originais. O primeiro foi considerado justamente uma obra-prima e um dos primeiros discos mais fortes de qualquer banda em qualquer altura. O segundo, "Second Coming" foi atacado por todos os lados, apesar de ser, na minha opinião, fantástico e em certos pontos melhor que o primeiro. Depois dos Joy Division/New Order, os Roses foram a banda mais sólida e mais consequente a vir de Manchester (os Happy Mondays são fabulosos, mas metade daquilo é droga e palhaçada da boa).
Agora, 15 anos depois da separação, estão de volta. Como fã, espero que façam novo disco e que eu tenha finalmente a oportunidade de os ver ao vivo.
Deixo-vos aqui a conferência de imprensa na qual anunciaram o regresso. É refrescante ver estes cotas a dizerem que a cena musical hoje em dia lhes parece "boring" e "bland", na mouche. E o vocalista, o monkey man Ian Brown, a dizer que quer uma segunda oportunidade para acabar com os U2, ou atacar um jornalista do Daily Mail, "um jornal que apoiou o Hitler e os bancos que estão a dar cabo disto tudo".
Por fim, uma música do mal-amado "Second Coming".
Rock on, e boa semana.
Fizeram apenas dois discos de originais. O primeiro foi considerado justamente uma obra-prima e um dos primeiros discos mais fortes de qualquer banda em qualquer altura. O segundo, "Second Coming" foi atacado por todos os lados, apesar de ser, na minha opinião, fantástico e em certos pontos melhor que o primeiro. Depois dos Joy Division/New Order, os Roses foram a banda mais sólida e mais consequente a vir de Manchester (os Happy Mondays são fabulosos, mas metade daquilo é droga e palhaçada da boa).
Agora, 15 anos depois da separação, estão de volta. Como fã, espero que façam novo disco e que eu tenha finalmente a oportunidade de os ver ao vivo.
Deixo-vos aqui a conferência de imprensa na qual anunciaram o regresso. É refrescante ver estes cotas a dizerem que a cena musical hoje em dia lhes parece "boring" e "bland", na mouche. E o vocalista, o monkey man Ian Brown, a dizer que quer uma segunda oportunidade para acabar com os U2, ou atacar um jornalista do Daily Mail, "um jornal que apoiou o Hitler e os bancos que estão a dar cabo disto tudo".
Por fim, uma música do mal-amado "Second Coming".
Rock on, e boa semana.
sábado, 22 de outubro de 2011
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Se cuida, vai
Esta economia está a criar muita insegurança.
Agora, sempre que saio de casa, tenho cuidado de ver se não há nenhum Duarte Lima nas redondezas
Agora, sempre que saio de casa, tenho cuidado de ver se não há nenhum Duarte Lima nas redondezas
domingo, 16 de outubro de 2011
Mundo perdido
1 - Estamos em Outubro e está um calor do caraças
2 - O Bruno Alves levou uma cueca do tamanho do mundo e não matou o adversário
3 - O Postiga marcou dois golos, um deles de bicicleta
2 - O Bruno Alves levou uma cueca do tamanho do mundo e não matou o adversário
3 - O Postiga marcou dois golos, um deles de bicicleta
sábado, 15 de outubro de 2011
Os Indignados...e os outros
Ao contrário do que aconteceu naquele inesquecível dia de Março, desta feita não pude comparecer à manifestação, por motivos familiares. Foi-me impossível, portanto, aferir in loco do tom e do grau de adesão do protesto, mas do que me foram informando a coisa foi, mais uma vez, em grande.
E que importante isso era...
Mais uma vez, tal como aquando da primeira manifestação, a imprensa ou ignorou por completo o assunto nas últimas semanas, ou simplesmente fez umas coisas toscas, não sabendo como tratar este tema. É, infelizmente, normal que assim aconteça. As televisões e os jornais portugueses chegaram a dar mais espaço ao movimento de Wall Street do que ao movimento de Lisboa. Na quinta-feira, quando Passos Coelho nos enfiou mais um bastão de baseball pelo cu acima (substituir por poste de electricidade se for funcionário público ou equiparado), aí a comunicação social acordou. Porque percebeu que, obviamente, os protestos de hoje contariam com um grande reforço dos funcionários públicos, os mais encavados pelas novas "medidas de austeridade".
Curiosamente, as jornalistas televisivas que acompanhavam o assunto disseram o mesmo: manifestação contra as medidas de austeridade do governo e da troika. Mas isto é só uma pequeníssima parte da verdade, e nem sequer a mais importante. Esqueceram-se, por exemplo, que na grande manifestação cívica de Março não havia troika; não havia ainda "medidas de austeridade"; e até o Governo era outro, o cadáver político de Sócrates que se recusava a sair pelo seu próprio pé.
Reduzir o movimento a protesto contra as "medidas de austeridade" é perigoso e é não perceber patavina. Não perceber que a questão não é de agora, não é "destes": é do sistema que nos fez chegar até aqui, e de vermos que todos são abalados, espoliados e agredidos, menos os agentes deste sistema. É não perceber que este protesto se filia, de alguma forma, num movimento internacional, de Madrid a Nova Iorque (misturar aqui o Egipto é um disparate), sendo que, do que sei, Obama não aprovou nenhum pacote de "medidas de austeridade". O discurso televisivo, sobretudo o nosso, é infelizmente básico e simplista, assente no princípio de que todos os espectadores são mentecaptos. Mas há disparates que não são apenas uma simplificação forçada: são mentiras.
Depois, houve a cobertura (?) noticiosa dos meios que podiam fazê-lo em directo, rádios e televisões. A TSF e a Renascença andavam entretidos com o importantíssimo relato do Pero Pinheiro - FC Porto, a Comercial dava na música foleira, como sempre. Nas televisões, um panorama que devia envergonhar os seus responsáveis. Durante a tarde, o que passou? Enlatados! O "60 minutes" na Sic Notícias, um documentário na TVI 24, uma merda qualquer na RTP N. O acompanhamento ficou reservado para uma ligação em directo às horas certas, nos noticiários. Pergunto: de que serve termos três (!) canais de notícias 24 horas quando se ignora o acontecimento mais importante do dia, para dar documentários sobre a Indonésia ou os nazis nos EUA? Não faço ideia.
E, mais uma vez, não faltou quem insistisse não apenas na desvalorização do movimento mas sobretudo na sua desacreditação. A principal crítica, igualmente estafada, é a de que os protestantes não propõem nada; não apresentam alternativas viáveis; uns protestam uma coisa, outros outra; é um movimento que não terá expressão política, porque se coloca à margem da política partidária; é um movimento em si anti-democrático, representando a voz da perigosa extrema-esquerda.
Estas visões não passam, para mim, de um amontoado de preconceitos bem condimentados de conservadorismo.
É gente que não percebe que, se as pessoas não quisessem ser parte da solução, simplesmente não fariam nada, como aconteceu até este ano. Não percebe que não são as pessoas que têm de se aproximar e misturar com esta "política partidária", com este sistema; é o sistema que era suposto existir para nos servir, que tem de se aproximar das pessoas. É por isso que escolhi esta foto para ilustrar o dia de hoje. Porque diz, na sua simplicidade, o que acredito ser o mais importante a retirar destes protestos.
Para mim, o que fica de fundamental é o acto de as pessoas, muitos milhares de pessoas, sentirem que querem ter voz. Que a política não é só para os outros, os que nos têm fodido. Neste momento duríssimo que atravessamos, é absolutamente fundamental que as pessoas não se sintam sós. Que entendam e sintam que têm outros do seu lado. Porque das autoridades tudo o que sentem é agressão, desprezo e incompreensão. Mais do que as propostas concretas (umas mais disparatadas que outras), o fundamental é que passemos a mensagem: não vamos mais aceitar ser sempre vítimas e bodes expiatórios de algo que, francamente, não foi causado por nós.
E esta é uma mensagem simples mas poderosíssima.
E será um erro se não a quiserem ouvir.
O meu abraço solidário a todos os que, nas ruas, fazem a luta de todos.
E que importante isso era...
Mais uma vez, tal como aquando da primeira manifestação, a imprensa ou ignorou por completo o assunto nas últimas semanas, ou simplesmente fez umas coisas toscas, não sabendo como tratar este tema. É, infelizmente, normal que assim aconteça. As televisões e os jornais portugueses chegaram a dar mais espaço ao movimento de Wall Street do que ao movimento de Lisboa. Na quinta-feira, quando Passos Coelho nos enfiou mais um bastão de baseball pelo cu acima (substituir por poste de electricidade se for funcionário público ou equiparado), aí a comunicação social acordou. Porque percebeu que, obviamente, os protestos de hoje contariam com um grande reforço dos funcionários públicos, os mais encavados pelas novas "medidas de austeridade".
Curiosamente, as jornalistas televisivas que acompanhavam o assunto disseram o mesmo: manifestação contra as medidas de austeridade do governo e da troika. Mas isto é só uma pequeníssima parte da verdade, e nem sequer a mais importante. Esqueceram-se, por exemplo, que na grande manifestação cívica de Março não havia troika; não havia ainda "medidas de austeridade"; e até o Governo era outro, o cadáver político de Sócrates que se recusava a sair pelo seu próprio pé.
Reduzir o movimento a protesto contra as "medidas de austeridade" é perigoso e é não perceber patavina. Não perceber que a questão não é de agora, não é "destes": é do sistema que nos fez chegar até aqui, e de vermos que todos são abalados, espoliados e agredidos, menos os agentes deste sistema. É não perceber que este protesto se filia, de alguma forma, num movimento internacional, de Madrid a Nova Iorque (misturar aqui o Egipto é um disparate), sendo que, do que sei, Obama não aprovou nenhum pacote de "medidas de austeridade". O discurso televisivo, sobretudo o nosso, é infelizmente básico e simplista, assente no princípio de que todos os espectadores são mentecaptos. Mas há disparates que não são apenas uma simplificação forçada: são mentiras.
Depois, houve a cobertura (?) noticiosa dos meios que podiam fazê-lo em directo, rádios e televisões. A TSF e a Renascença andavam entretidos com o importantíssimo relato do Pero Pinheiro - FC Porto, a Comercial dava na música foleira, como sempre. Nas televisões, um panorama que devia envergonhar os seus responsáveis. Durante a tarde, o que passou? Enlatados! O "60 minutes" na Sic Notícias, um documentário na TVI 24, uma merda qualquer na RTP N. O acompanhamento ficou reservado para uma ligação em directo às horas certas, nos noticiários. Pergunto: de que serve termos três (!) canais de notícias 24 horas quando se ignora o acontecimento mais importante do dia, para dar documentários sobre a Indonésia ou os nazis nos EUA? Não faço ideia.
E, mais uma vez, não faltou quem insistisse não apenas na desvalorização do movimento mas sobretudo na sua desacreditação. A principal crítica, igualmente estafada, é a de que os protestantes não propõem nada; não apresentam alternativas viáveis; uns protestam uma coisa, outros outra; é um movimento que não terá expressão política, porque se coloca à margem da política partidária; é um movimento em si anti-democrático, representando a voz da perigosa extrema-esquerda.
Estas visões não passam, para mim, de um amontoado de preconceitos bem condimentados de conservadorismo.
É gente que não percebe que, se as pessoas não quisessem ser parte da solução, simplesmente não fariam nada, como aconteceu até este ano. Não percebe que não são as pessoas que têm de se aproximar e misturar com esta "política partidária", com este sistema; é o sistema que era suposto existir para nos servir, que tem de se aproximar das pessoas. É por isso que escolhi esta foto para ilustrar o dia de hoje. Porque diz, na sua simplicidade, o que acredito ser o mais importante a retirar destes protestos.
Para mim, o que fica de fundamental é o acto de as pessoas, muitos milhares de pessoas, sentirem que querem ter voz. Que a política não é só para os outros, os que nos têm fodido. Neste momento duríssimo que atravessamos, é absolutamente fundamental que as pessoas não se sintam sós. Que entendam e sintam que têm outros do seu lado. Porque das autoridades tudo o que sentem é agressão, desprezo e incompreensão. Mais do que as propostas concretas (umas mais disparatadas que outras), o fundamental é que passemos a mensagem: não vamos mais aceitar ser sempre vítimas e bodes expiatórios de algo que, francamente, não foi causado por nós.
E esta é uma mensagem simples mas poderosíssima.
E será um erro se não a quiserem ouvir.
O meu abraço solidário a todos os que, nas ruas, fazem a luta de todos.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Subscrever:
Mensagens (Atom)



