Dever Cívico
Visto que este Governo, em funções há pouco mais de 3 meses, está a precisar de uma boa remodelação, o Vodka Atónito está a realizar uma consulta aos portugueses, para saber quem são os membros do Executivo que mais depressa deveriam ser substituídos.
É só votar entre os nomes abaixo mencionados.
A- Pedro Lopes - primeiro-ministro desde o golpe de estado de 2004
B- Jorge Sampaio - amiba institucional e adepto sportinguista
C- Rui Gomes da Silva - ministro, criador esquizofrénico da teoria da Cabala Involuntária
D- Miguel Paes do Amaral - conde e candidato derrotado à presidência do ACP
E- Luís Nobre Guedes - ministro e adepto das obras em casa
F- Bagão Félix- ex-quadro superior do BCP e actual ladrão profissional
G- João Proença - lacaio e imitador de trolls
H- Paulo Portas - ministro, consumidor compulsivo de scones e abafador da palhinha
Votem! Cumpram o vosso dever cívico! Portugal precisa de vós!
sexta-feira, 29 de outubro de 2004
Cara de pau à hora do jantar
José Eduardo Moniz, director de informação da TVI, esteve ontem a ser entrevistado, na TVI, sobre a atitude censória que o seu patrão, Miguel Paes do Amaral, teve sobre Marcelo Rebelo de Sousa.
Na entrevista, que só por acaso não foi conduzida pela sua esposa, Moniz falou durante meia hora, procurando explicar por que razão, agora que se conhece boa parte do que aconteceu, não se demite.
E justificou-o com a assinatura, por parte de Paes do Amaral, de um acordo escrito de que este garante total autonomia da informação da TVI.
Em primeiro lugar, isso é mentira. A atitude desse senhor, em relação a todos os trabalhadores das suas empresas, foi sempre de pressão, directa ou indirecta.
Em segundo lugar, um papel?! Basta o gajo assinar um papel?!
Em terceiro lugar, a censura, não apenas pressão, já foi feita, dita pela vítima e não contestada por ninguém com credibilidade. Ó Moniz, já aconteceu, pá!!! Tavas a dormir?! Tiveste em Abu Dhabi no último mês e ninguém te contou nada?!!!
Obviamente, só lhe restava a demissão, e não deveria ser o único.
De tantas explicações que deu ontem, nenhuma foi de jeito.
Bastava dizeres a verdade: que tens inimigos em todas as outras televisões e nunca lá terias lugar, e que a consciência e a deontologia são muito bonitas mas não pagam as plásticas da esposa.
Tenho pena dos portugueses que, por preferirem ver telejornais à moda da novela venezuelana, continuam a ver a TVI.
Haja vergonha.
José Eduardo Moniz, director de informação da TVI, esteve ontem a ser entrevistado, na TVI, sobre a atitude censória que o seu patrão, Miguel Paes do Amaral, teve sobre Marcelo Rebelo de Sousa.
Na entrevista, que só por acaso não foi conduzida pela sua esposa, Moniz falou durante meia hora, procurando explicar por que razão, agora que se conhece boa parte do que aconteceu, não se demite.
E justificou-o com a assinatura, por parte de Paes do Amaral, de um acordo escrito de que este garante total autonomia da informação da TVI.
Em primeiro lugar, isso é mentira. A atitude desse senhor, em relação a todos os trabalhadores das suas empresas, foi sempre de pressão, directa ou indirecta.
Em segundo lugar, um papel?! Basta o gajo assinar um papel?!
Em terceiro lugar, a censura, não apenas pressão, já foi feita, dita pela vítima e não contestada por ninguém com credibilidade. Ó Moniz, já aconteceu, pá!!! Tavas a dormir?! Tiveste em Abu Dhabi no último mês e ninguém te contou nada?!!!
Obviamente, só lhe restava a demissão, e não deveria ser o único.
De tantas explicações que deu ontem, nenhuma foi de jeito.
Bastava dizeres a verdade: que tens inimigos em todas as outras televisões e nunca lá terias lugar, e que a consciência e a deontologia são muito bonitas mas não pagam as plásticas da esposa.
Tenho pena dos portugueses que, por preferirem ver telejornais à moda da novela venezuelana, continuam a ver a TVI.
Haja vergonha.
quinta-feira, 28 de outubro de 2004
Momento de Poesia
A ÁGUA, de Manuel Maria Barbosa du Bocage
Meus senhores eu sou a água
que lava a cara, que lava os olhos
que lava a rata e os entrefolhos
que lava a nabiça e os agriões
que lava a piça e os colhões
que lava as damas e o que está vago
pois lava as mamas e por onde cago.
Meus senhores aqui está a água
que rega a salsa e o rabanete
que lava a língua a quem faz minete
que lava o chibo mesmo da rasca
tira o cheiro a bacalhau da lasca
que bebe o homem que bebe o cão
que lava a cona e o berbigão
Meus senhores aqui está a água
que lava os olhos e os grelinhos
que lava a cona e os paninhos
que lava o sangue das grandes lutas
que lava sérias e lava putas
apaga o lume e o borralho
e que lava as guelras ao caralho
Meus senhores aqui está a água
que rega as rosas e os manjericos
que lava o bidé, lava penicos
tira mau cheiro das algibeiras
dá de beber às fressureiras
lava a tromba a qualquer fantoche e
lava a boca depois de um broche.
A ÁGUA, de Manuel Maria Barbosa du Bocage
Meus senhores eu sou a água
que lava a cara, que lava os olhos
que lava a rata e os entrefolhos
que lava a nabiça e os agriões
que lava a piça e os colhões
que lava as damas e o que está vago
pois lava as mamas e por onde cago.
Meus senhores aqui está a água
que rega a salsa e o rabanete
que lava a língua a quem faz minete
que lava o chibo mesmo da rasca
tira o cheiro a bacalhau da lasca
que bebe o homem que bebe o cão
que lava a cona e o berbigão
Meus senhores aqui está a água
que lava os olhos e os grelinhos
que lava a cona e os paninhos
que lava o sangue das grandes lutas
que lava sérias e lava putas
apaga o lume e o borralho
e que lava as guelras ao caralho
Meus senhores aqui está a água
que rega as rosas e os manjericos
que lava o bidé, lava penicos
tira mau cheiro das algibeiras
dá de beber às fressureiras
lava a tromba a qualquer fantoche e
lava a boca depois de um broche.
quarta-feira, 27 de outubro de 2004
E agora para algo completamente diferente!
Se isto for verdade, sugiro que se abra a época da caça aos sapos!
Se isto for verdade, sugiro que se abra a época da caça aos sapos!
terça-feira, 26 de outubro de 2004
Carta aberta a Bagão Félix
Sr. Bagão Félix, escrevo-lhe pela sua qualidade de ministro das Finanças, ou seja, a pessoa que está encarregue de arranjar receitas para o Estado, que supostamente somos todos nós.
O pretexto é uma desagradável cartita que recebi dos seus serviços, informando-me de uma pseudo-dívida fiscal que a minha humilde pessoa terá para com voxelência. Não me recuso ao seu pagamento, afinal não quero privar os meus concidadãos dos 20 contos que o senhor diz que eu devo.
No entanto, gostaria de clarificar algumas situações.
Enquanto trabalhador por conta de outrém, desconto todos os meses uma pipa de massa para impostos. Pago sempre a horas, porque não tenho outro remédio e porque acredito que todos devemos contribuir para o bem comum.
Agora, o senhor vem-me dizer que eu tenho uma dívida de 20 contos, que bem falta me fazem. 20 contos que, supostamente, eu lhe devo desde 2001, embora nunca ninguém me tivesse falado nisso antes.
Não me tentaram cobrar eesa dívida até aqui, acredito que por mera distracção e não pelo interesse em fazer contar os juros e transformar um montante irrisório nestes 20 contos, que sempre me davam para comprar uma boa quantidade de ganza e renovar algumas garrafas mais desfalcadas lá de casa.
E tenho outro problema, sr. Cagão Feliz.
Mato-me a trabalhar todos os dias, desconto tudo a tempo e horas. Como não tenho um contabilista, como voxelência concerteza terá, o meu reembolso de IRS ficou-se por uns míseros 40 contos. É pouco, mas são 40 contos que o sr. guardou indevidamente durante um ano, e depois mos devolve, sem direito a juros, nem nada, para um mês depois me vir sacar METADE desse valor por uma dívida fantasma que caiu do céu aos trambolhões.
Já percebi que, em Portugal, o truque é fingir de morto. Não dizer nada às Finanças, empochar a massa toda e siga para bingo. Quem não se denuncia, não se colecta, etc, não é incomodado. Quem faz o que tem a fazer, cumpre a lei e paga os seus impostos, é roubado.
Caro senhor Cagão Feliz, eu preciso desse dinheiro. Tenho renda para pagar e copos para beber. Veja lá que eu, benfiquista como o senhor, nem dinheiro tenho para ir ver o nosso Glorioso na nova Catedral!
Caro senhor Cabrão Feliz-com-ele-no-cu: o senhor é um ladrão, um chupista do povo, um filho da puta que tira a quem trabalha e deixa descansadinhos os seus amigos que, com toda a certeza, têm muito mais dinheiro do que eu.
Como tal, respeitosamente, vá-se foder.
Sr. Bagão Félix, escrevo-lhe pela sua qualidade de ministro das Finanças, ou seja, a pessoa que está encarregue de arranjar receitas para o Estado, que supostamente somos todos nós.
O pretexto é uma desagradável cartita que recebi dos seus serviços, informando-me de uma pseudo-dívida fiscal que a minha humilde pessoa terá para com voxelência. Não me recuso ao seu pagamento, afinal não quero privar os meus concidadãos dos 20 contos que o senhor diz que eu devo.
No entanto, gostaria de clarificar algumas situações.
Enquanto trabalhador por conta de outrém, desconto todos os meses uma pipa de massa para impostos. Pago sempre a horas, porque não tenho outro remédio e porque acredito que todos devemos contribuir para o bem comum.
Agora, o senhor vem-me dizer que eu tenho uma dívida de 20 contos, que bem falta me fazem. 20 contos que, supostamente, eu lhe devo desde 2001, embora nunca ninguém me tivesse falado nisso antes.
Não me tentaram cobrar eesa dívida até aqui, acredito que por mera distracção e não pelo interesse em fazer contar os juros e transformar um montante irrisório nestes 20 contos, que sempre me davam para comprar uma boa quantidade de ganza e renovar algumas garrafas mais desfalcadas lá de casa.
E tenho outro problema, sr. Cagão Feliz.
Mato-me a trabalhar todos os dias, desconto tudo a tempo e horas. Como não tenho um contabilista, como voxelência concerteza terá, o meu reembolso de IRS ficou-se por uns míseros 40 contos. É pouco, mas são 40 contos que o sr. guardou indevidamente durante um ano, e depois mos devolve, sem direito a juros, nem nada, para um mês depois me vir sacar METADE desse valor por uma dívida fantasma que caiu do céu aos trambolhões.
Já percebi que, em Portugal, o truque é fingir de morto. Não dizer nada às Finanças, empochar a massa toda e siga para bingo. Quem não se denuncia, não se colecta, etc, não é incomodado. Quem faz o que tem a fazer, cumpre a lei e paga os seus impostos, é roubado.
Caro senhor Cagão Feliz, eu preciso desse dinheiro. Tenho renda para pagar e copos para beber. Veja lá que eu, benfiquista como o senhor, nem dinheiro tenho para ir ver o nosso Glorioso na nova Catedral!
Caro senhor Cabrão Feliz-com-ele-no-cu: o senhor é um ladrão, um chupista do povo, um filho da puta que tira a quem trabalha e deixa descansadinhos os seus amigos que, com toda a certeza, têm muito mais dinheiro do que eu.
Como tal, respeitosamente, vá-se foder.
segunda-feira, 25 de outubro de 2004
Noves fora Nader ou A Torradinha do Meio
Enquanto o mundo assiste à evolução das sondagens da luta Bush/Kerry, toda a gente ignora o terceiro homem, Ralph Nader.
Nader é radical, ecologista, de esquerda, preocupado com os direitos dos homossexuais, das minorias étnicas, dos animais, enfim, de toda a gente.
Ou seja, Ralph Nader é muito pouco americano e, como tal, não só vai voltar a perder como vai continuar a ser ignorado.
A única questão é que o senhor não é tão irrelevante como se poderia pensar.
Nas últimas eleições, tirou a vitória ao plastificado Al Gore, dando a vitória (ainda que ilegal e fraudulenta) a Bush filho.
Porquê? Porque nenhum republicano votaria alguma vez em Nader, e porque muitos adeptos democratas o fizeram, sabendo ser ele o único candidato que, em última análise, mudaria alguma coisa de relevante.
E agora?
Nader volta a presentar-se nas urnas. Não em todos os Estados, em alguns as assinaturas da sua campanha não foram consideradas válidas. Isto porque algumas delas tinham como presumíveis autores o Mickey Mouse, o já morto Ronald Reagan e várias dezenas do próprio Ralph Nader. Ou seja, um pouco o que aconteceu ao candidato Vieira, a grande esperança da política portuguesa.
Nas últimas sondagens, Nader nem sequer aparece, não apenas fruto da censura bi-partidária da terra da democracia mas também porque, como se previa, a sua força sucumbiu à pressão do voto útil. Até Michael Moore, grande defensor de Nader no passado, prefere correr com Bush do que manter-se fiel, até ao fim, às suas convicções.
Se eu fosse americano, provavelmente votaria em Nader. Para perder e ver os meus compatriotas degladiarem-se entre o mau e o péssimo.
Nos EUA, como em tantos outros países, a escolha é essa. O poder do centro, da torradinha do meio, do troca-tintas e da meia-palavra. A diferença é que, nos EUA, o centro está à direita.
Nader é a primeira vítima desta eleição, derrotado pela poderosa torradinha do meio.
Enquanto o mundo assiste à evolução das sondagens da luta Bush/Kerry, toda a gente ignora o terceiro homem, Ralph Nader.
Nader é radical, ecologista, de esquerda, preocupado com os direitos dos homossexuais, das minorias étnicas, dos animais, enfim, de toda a gente.
Ou seja, Ralph Nader é muito pouco americano e, como tal, não só vai voltar a perder como vai continuar a ser ignorado.
A única questão é que o senhor não é tão irrelevante como se poderia pensar.
Nas últimas eleições, tirou a vitória ao plastificado Al Gore, dando a vitória (ainda que ilegal e fraudulenta) a Bush filho.
Porquê? Porque nenhum republicano votaria alguma vez em Nader, e porque muitos adeptos democratas o fizeram, sabendo ser ele o único candidato que, em última análise, mudaria alguma coisa de relevante.
E agora?
Nader volta a presentar-se nas urnas. Não em todos os Estados, em alguns as assinaturas da sua campanha não foram consideradas válidas. Isto porque algumas delas tinham como presumíveis autores o Mickey Mouse, o já morto Ronald Reagan e várias dezenas do próprio Ralph Nader. Ou seja, um pouco o que aconteceu ao candidato Vieira, a grande esperança da política portuguesa.
Nas últimas sondagens, Nader nem sequer aparece, não apenas fruto da censura bi-partidária da terra da democracia mas também porque, como se previa, a sua força sucumbiu à pressão do voto útil. Até Michael Moore, grande defensor de Nader no passado, prefere correr com Bush do que manter-se fiel, até ao fim, às suas convicções.
Se eu fosse americano, provavelmente votaria em Nader. Para perder e ver os meus compatriotas degladiarem-se entre o mau e o péssimo.
Nos EUA, como em tantos outros países, a escolha é essa. O poder do centro, da torradinha do meio, do troca-tintas e da meia-palavra. A diferença é que, nos EUA, o centro está à direita.
Nader é a primeira vítima desta eleição, derrotado pela poderosa torradinha do meio.
O Poder da Marca
Estava aqui a olhar para o logotipo do Partido Nacional Renovador.
Fui ao site e não encontrei nos conteúdos programáticos menção alguma a incendiar parques de campismo.
Estava aqui a olhar para o logotipo do Partido Nacional Renovador.
Fui ao site e não encontrei nos conteúdos programáticos menção alguma a incendiar parques de campismo.
sexta-feira, 22 de outubro de 2004
Kyoto Song
Numa viragem surpreendente, a Rússia anunciou hoje vai ratificar o protocolo de Quioto, o que provoca a sua imediata entrada em vigor para os países signatários.
Esta posição, num colosso económico e um dos maiores poluidores do mundo, deixa isolados a Austrália e, adivinhem, os EUA.
Sem surpresa, o porta-voz de Bush apressou-se a dizer que a decisão da Rússia em nada influencia a posição dos EUA, que vão manter a recusa em aderir ao protocolo.
A Rússia representa 17 por cento da poluição mundial que provoca as alterações climáticas, os EUA 40 por cento.
Onde anda o Captain Planet quando é preciso? Ah, é verdade, o gajo também era americano....
Numa viragem surpreendente, a Rússia anunciou hoje vai ratificar o protocolo de Quioto, o que provoca a sua imediata entrada em vigor para os países signatários.
Esta posição, num colosso económico e um dos maiores poluidores do mundo, deixa isolados a Austrália e, adivinhem, os EUA.
Sem surpresa, o porta-voz de Bush apressou-se a dizer que a decisão da Rússia em nada influencia a posição dos EUA, que vão manter a recusa em aderir ao protocolo.
A Rússia representa 17 por cento da poluição mundial que provoca as alterações climáticas, os EUA 40 por cento.
Onde anda o Captain Planet quando é preciso? Ah, é verdade, o gajo também era americano....
O Pai Natal
O Natal vem aí, e George W. Bush decidiu dar uma prenda antecipada aos seus amigos favoritos, as grandes multi-nacionais dos EUA.
Sob a desculpa de criar mais empregos na maior economia do mundo, Mr. Bush aprovou hoje um corte fiscal de 145 mil milhões de dólares, beneficiando pequenas empresas familiares como o Citigroup, a Hewlett-Packard, a General Electric e a Exxon Mobil.
Quem é amigo, quem é?
O Natal vem aí, e George W. Bush decidiu dar uma prenda antecipada aos seus amigos favoritos, as grandes multi-nacionais dos EUA.
Sob a desculpa de criar mais empregos na maior economia do mundo, Mr. Bush aprovou hoje um corte fiscal de 145 mil milhões de dólares, beneficiando pequenas empresas familiares como o Citigroup, a Hewlett-Packard, a General Electric e a Exxon Mobil.
Quem é amigo, quem é?
O bronco amoroso
Depois dos Amo-te Meco, Amo-te Chiado, Amo-te Porto e Amo-te Viseu (é verdade!), o inexplicável Pedro Miguel Ramos prepara a inauguração de mais um capítulo da sua história de sucesso cosmopolita, o Amo-te Covilhã.
De acordo com fontes atónitas, os próximos planos de tal personagem passam pela abertura do Amo-te Baixa da Banheira, do Amo-te Queluz Ocidental e do Amo-te Alexandre Frota.
Depois dos Amo-te Meco, Amo-te Chiado, Amo-te Porto e Amo-te Viseu (é verdade!), o inexplicável Pedro Miguel Ramos prepara a inauguração de mais um capítulo da sua história de sucesso cosmopolita, o Amo-te Covilhã.
De acordo com fontes atónitas, os próximos planos de tal personagem passam pela abertura do Amo-te Baixa da Banheira, do Amo-te Queluz Ocidental e do Amo-te Alexandre Frota.
Foder a Democracia
O sempre bem informado Fatchary fez-me chegar este link: http://www.votergasm.com.
Votos e orgasmos não me parecem uma má ideia, mas depois de dobrar a folhinha em 4 é capaz de ser difícil voltar a abrir para conferir o voto.
O sempre bem informado Fatchary fez-me chegar este link: http://www.votergasm.com.
Votos e orgasmos não me parecem uma má ideia, mas depois de dobrar a folhinha em 4 é capaz de ser difícil voltar a abrir para conferir o voto.
quinta-feira, 21 de outubro de 2004
Blog
Um senhor que nos veio a visitar há uns posts atrás tem um blog bem fixe, onde se pode encontrar algumas pérolas deste tipo:
"Por vezes dizem-me: - Quero a sua arte!E é mesmo por isso, que eu ando sempre com lenços."
"A minha casa de férias, é maiorca tua."
"Será que os artistas, apanham choques de electricidade estética?"
Um senhor que nos veio a visitar há uns posts atrás tem um blog bem fixe, onde se pode encontrar algumas pérolas deste tipo:
"Por vezes dizem-me: - Quero a sua arte!E é mesmo por isso, que eu ando sempre com lenços."
"A minha casa de férias, é maiorca tua."
"Será que os artistas, apanham choques de electricidade estética?"
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